Novembro 2019

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CORRENTE DE ORAÇÃO

 

02/11: Rezemos por todos falecidos, para que alcancem a vida eterna, a luz de Cristo e a morada eterna junto ao nosso Pai Celestial. E rezamos também por todas almas do purgatório.

09/11: Rezemos por todos os grupos do CLJ, para que possam seguir firmes no Ideal, que é Cristo, e que sempre mantenham o entusiasmo na busca de novos jovens.

16/11: Rezemos por todos aqueles irmãos e irmãs que ainda não conheceram a Cristo, que o CLJ possa ser um sinal de luz e conversão e possa trazer muitas almas para perto de Cristo.

23/11: Rezemos por toda Igreja (Clero e leigos), para que continuem firmes no caminho de fé, da verdade da vida e que possam seguir cada vez mais os passos de Jesus Cristo.

30/11: Rezemos pelo próximo mês que está por vir, que seja muito abençoado para todo o CLJ e demais movimentos da Igreja e que possamos agradecer pelo mês que se passou.

 

A IMPORTÂNCIA DA DEVOÇÃO AOS SANTOS

 

          “Sede santos porque Eu sou santo”, assim diz o Senhor a todos os homens e mulheres. Esta é a Vocação Universal a qual todos nós somos chamados, o chamado comum e universal desde o início da humanidade.

          A Santa Igreja enaltece alguns fiéis na condição de santo, por meio da sua sabedoria e da intercessão do Espírito Santo, através de um processo de canonização, o qual verifica e comprova as vivências das virtudes destes fiéis e a fidelidade as vontades de Deus que tiveram em suas vidas.

          Por isso, a devoção aos santos nos guia no caminho da santificação, visto que eles alcançaram a Santidade e são os nossos modelos para alcançar tal feito, uma vez que a vida deles são “receitas” de santificações atingidas. Além de serem também, os intercessores para que possamos chegar à vida eterna junto ao Pai.

todos os santos

          Dessa forma, a devoção a um santo significa observar a entrega total a Deus que ele teve em sua vida, de admirar e imitar o seu testemunho de Santidade e amor ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Sendo assim, ser devoto de um santo é desejar ter o auxílio dele, pois interceder aos outros é o serviço mais honroso que eles podem prestar ao plano de Deus. Tendo em vista que os santos conseguem interceder por nós junto a Deus, porque estão em comunhão com Ele em vista dos seus méritos alcançados na Terra.

          Além disso, a devoção nos ensina que tudo é graça de Deus, mostra que não são somente os nossos esforços humanos que nos levam à santidade, mas sim, é a vontade de Deus que nos conduz a isto.

          Por isso, precisamos ter a mesma consciência que os santos tiveram, que os nossos méritos são pura graça divina e não conquistas particulares. 

          Os santos, durante suas vidas, foram devotos de outros santos. Por essa razão, precisamos ter uma amizade com nossos santos de devoção, sendo que eles são nossa escola de santidade e nos auxiliam a aumentar a nossa amizade com o nosso Amigão, Jesus.

          Portanto, ser devoto de um santo ou santa da Igreja Católica é uma forma de nos aprofundar na vida de santidade, de pedir intercessão e perceber que a vida dos santos são reflexo de uma vida marcada no verdadeiro amor e serviço a Deus. Pois, eles sempre nos conduzem ao Senhor e nunca a eles próprios, afinal, os santos são como setas que apontam para o verdadeiro caminho: Jesus Cristo.

 

Vocês sabiam que agora temos uma Santa brasileira?

          A freira irmã Dulce, conhecida como “O Anjo bom da Bahia”, foi canonizada no último dia 13 de outubro em uma cerimônia presidida pelo papa Francisco no Vaticano, se tornando a primeira Santa da Igreja Católica nascida em solo brasileiro. Santa Dulce dos Pobres teve uma vida recheada de altruísmo e se dedicava inteiramente aos pobres e àqueles que eram necessitados. Sua história de vida de completa entrega é um belo exemplo que podemos seguir na busca da santidade. Brasileira como todos nós, sabia das dificuldades que afligiam muitas pessoas. Mas não se deixou abalar e lutou a vida inteira para que as condições de vida de todos melhorassem.

DULCE

          Nascida em Salvador no dia 26 de maio de 1914, veio ao mundo em berço de ouro, de família com boas condições financeiras, mas dedicou sua vida aos doentes e mendigos, ficando conhecida por obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados. Dizia-se que sua dedicação para os pobres tinha raiz sobrenatural provinda de inspiração divina (aos 13 anos já sentiu e correspondeu ao chamado para entrar no convento). Morreu no dia 22 de maio de 1992 na capital baiana.

          Dentre a vastidão de milagres relatados em seu nome, os dois fundamentais para a sua canonização foram: Cláudia dos Santos que, ao dar a luz, sofreu uma hemorragia severa que fez os médicos quase perderem as esperanças. Um padre foi visitá-la no hospital e lhe perguntou se acreditava que Irmã Dulce poderia salvá-la. A resposta foi sim. Segundo Cláudia, o padre, então, clamou por sua vida e o sangue estancou.

          O outro milagre é relatado pelo maestro José Maurício Moreira. Deficiente visual, não enxergava nada, e que, certa vez, pediu em pensamento para a Irmã Dulce lhe aliviar a dor do glaucoma: “de um momento para o outro, passei a enxergar normalmente”, conta ele. O processo de canonização da Irmã Dulce, para a alegria de todos os brasileiros, começou em janeiro de 2000. Seu primeiro milagre foi reconhecido em 2003 e o segundo em maio deste ano. Assim, o Papa proclamou Santa Dulce dos Pobres, Santa Brasileira.

 

CARTA PASTORAL

“Sede alegres por causa da esperança “

          O mês de novembro é particularmente rico do ponto de vista da liturgia. Inicia com a solenidade de todos os Santos, a bela celebração da memória dos fiéis defuntos e encerra com a solenidade de Cristo Rei do Universo. É possível afirmar que estas celebrações estão intimamente conexas. Se por um lado é através da morte que se alcança o reino dos céus, é também vivendo na santidade que se pode morrer em paz e alcançar a glória eterna. São Paulo na carta aos Romanos afirma então que “se vivemos é para o Senhor que vivemos, e se morremos, é para o Senhor que morremos. Portanto quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor.” Rm 14,8

          Nossa vida toda deve estar voltada para o Senhor. Sendo assim, a expectativa da vinda do Senhor, Juíz Universal e Rei do Universo, deve causar alegria e fortalecer nossa esperança. Não obstante cause certa apreensão pensar na vinda do Senhor, quando lemos relatos bíblicos que falam do fim dos tempos com narrações apocalípticas, os que pertencem ao Senhor não têm o que temer.

          Devemos olhar para o dia da manifestação gloriosa do Senhor na perspectiva da libertação das angústias do tempo presente. Estamos cercados de angústias e preocupações: são os compromissos acadêmicos e profissionais, as preocupações financeiras e as dores do corpo. O tempo que nos comprime e sempre nos remete aos compromissos do amanhã, de modo que se hoje conquistamos algo, não há muito tempo para degustarmos das vitórias, é necessário continuar, olhar para frente, não podemos parar. Para onde vamos?

          Do ponto de vista meramente humano a perspectiva desesperadora. Cada dia que passa é um dia a menos de vida, e um dia mais perto da nossa hora de encerrarmos a nossa existência. Sob a luz da fé porém, sabemos que cada dia é uma dadiva Divina que deve ser usada para adquirir o tesouro no Reino dos Céus. O tempo passa veloz, de ano em ano celebramos no encerramento do calendário litúrgico, a Solenidade de Cristo Rei, até que ao fim dos tempos se torne realidade aquilo que pregustamos na Liturgia, a manifestação gloriosa do Senhor Jesus Rei do Universo.

          Nesse dia tomaremos posse do Reino dos Céus que o Senhor preparou para nós. Portanto, vale a pena esperar, acreditar sempre no Senhor. Superar toda provação, suportar toda tribulação, fazermos todo bem aos nossos semelhantes, perdoar todas as ofensas sofridas e anunciarmos com alegria o Reino de Deus. No dia do Senhor seremos verdadeiramente recompensados por tudo isto.

          Que o Senhor nos encontre vigilantes quando chegar. Encerro citando o texto do nosso lema do ano de 2019:

“Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração”.
(Rm 12,12)

pe miguel

Padre Miguel Arnold
Diretor Espiritual Auxíliar do Movimento CLJ

 

SANTO DO MÊS

Festa de Todos os Santos

          No dia 1º de novembro, a Igreja celebra a Festa de Todos os Santos. Segundo a tradição, ela foi colocada neste dia, logo após 31 de outubro, porque os celtas ingleses (pagãos) celebravam as bruxas e os espíritos que vinham se alimentar e assustar as pessoas nesta noite (Halloween).

           Nesse dia, a Igreja militante(que luta na Terra) honra a Igreja triunfante do Céu, “celebrando, numa única solenidade, todos os Santos”– como diz o sacerdote na oração da Missa –, para render homenagem àquela multidão de santos que povoam o Reino dos Céus, que São João viu no Apocalipse: “Ouvi, então, o número dos assinalados: 144 mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão”. “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.” (Ap 7,4-14)

          O nosso Catecismo diz: “Na oração, a Igreja peregrina é associada à dos santos, cuja intercessão solicita” (§2692).

           A marca dos santos são as bem-aventuranças que Jesus proclamou no Sermão da Montanha; por isso, esse trecho do Evangelho de São Mateus (5,1ss) é lido nesta Missa. Os santos viveram todas as virtudes e, por isso, são exemplos de como seguir Jesus Cristo. Deus prometeu dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. 

          Todos os santos e santas, rogai por nós!

 

DICAS DE LIVROS

amor que da vida

O Amor que dá vida

Autor: Kimberly Hahn | 256 Páginas | Editora: Quadrante

          Com tantos ”modelos de família” pipocando pela sociedade, não surpreende que muitos casais andem confusos. “Afinal, como formar uma família feliz?”, perguntam-se.

          É exatamente a essa pergunta que Kimberly Hahn deseja responder neste livro. Em páginas lúcidas e comoventes, ela trata de temas que assustam muitos católicos numa época em que o “politicamente correto” é a contracepção: número de filhos, planejamento familiar, sexo no matrimônio, infertilidade, aborto, esterilização…

          Apoiando-se na tradição bíblica, na doutrina da Igreja e em uma série de testemunhos (alguns dolorosos como o dela), Kimberly defende os que ousaram formar uma família segundo o maravilhoso plano divino para o matrimônio. Não à toa, esta obra já se tornou um clássico para homens e mulheres de todas as idades.

 

DICAS DE FILMES

pagador promessa
DEDE

O Pagador de Promessas

Ano 1962 | 1 h 38 min | Direção: Anselmo Duarte

          Depois de seu asno de estimação ter sido atingido por um raio, Zé do Burro faz a promessa de carregar nas costas uma imensa cruz de madeira até a igreja de Santa Bárbara. Porém, sua jornada acaba se tornando um pesadelo.

 

VOZ DO POVO

Juventude Chamada à Santidade

          Todos os dias ao acordar, somos chamados por Deus, a realizar um novo e incessante desafio. O de sermos jovens cristãos e santos na sociedade de hoje. Sociedade esta que nos impõe toda a sua “liberdade”, que na verdade nos aprisiona no pecado, sua “felicidade” que pode ser comprada, sua “realização” que utiliza do sofrimento do outro, o seu “amor” construído em mentiras. No meio deste turbilhão de informações Deus nos desafia todos os dias, a sermos a diferença, a sermos exemplos de verdadeira liberdade, felicidade, realização e amor, baseados no Cristo.

          Dentro da nossa caminhada em busca de realizar estes desafios vamos compreendendo cada vez mais a importância do que somos chamados por Deus a sermos. Somos chamados à santidade, chamados a abraça-la e leva-la como companheira nos nossos dias. Porém, não podemos nos deixar levar pela ideia de que pode ser fácil, porque verdadeiramente não é e nunca será. É uma caminhada árdua, mas extremamente recompensadora, pois conhecemos através da santidade o mais puro amor de Deus por nós, conseguimos compreender quão grande é tudo o que Ele criou e somos preenchidos de amor, que nos fortalece para as dificuldades do caminho.

          E como combustível para os nossos momentos de fraqueza, Deus nos apresentou homens e mulheres que nos servem de exemplo de vida santa, de fidelidade e de amor por Deus e suas obras. A eles chamamos de Santos. Pessoas como nós, com suas fraquezas, sua limitações, seus sonhos, seus desejos, que dedicaram e entregaram a sua vida ao amor Daquele que tanto nos ama e nos chama.

          Somos jovens de fato privilegiados, por dentro do movimento CLJ e outros movimentos da Igreja Católica, possuirmos a oportunidade de conhecer e se aprofundar na vida de alguns desses homens e mulheres que nos mostram que vale a pena se doar e se entregar para esse amor.

          Algo que se torna confuso até mesmo para outras religiões sobre nós, os santos e Deus, é que algumas pessoas acreditam que  adoramos/idolatramos os santos mais do que a Deus, mas não é assim. São eles quem nos dão exemplo de como viver, de como tomar decisões, como amar, para que possamos chegar até Deus. São como “amigos do céu” que nos impulsionam cada vez a chegar mais perto de Deus como eles também o fizeram em suas vidas.

          São pessoas que devemos sim admirar, pois enfrentaram dificuldades semelhantes as nossas cotidianas, muitas vezes piores, mesmo assim se manterão firmes. Podemos através das nossas orações pedir auxílioà eles nas nossas dificuldades, pedir que intercedam a Deus pelas nossas necessidades, nos espelharmos nas suas caminhadas, levarmos como exemplos de vida, de perseverança e amor. Através dos santos aprendemos a amar mais ao Pai, a olha-lo com pureza.

          Um dos santos que vejo como exemplo para nós jovens é São João Paulo II, homem de muitas obras, muito amor, muita fé! Não entrarei muito em detalhes sobre sua vida, mas já deixo de pré aviso que conhecer a sua história vale e muito a pena, mas quero dar ênfase em duas de suas falas aos jovens, nos convidando a experimentar e viver a santidade sem medo. São elas:

“Queridos jovens, ide com confiança ao encontro de Jesus, e, como os novos santos, não tenhais medo de falar d’Ele! Porque Cristo é a resposta verdadeira para todas as perguntas sobre o homem e sobre o seu destino”

(Vigília de oração com os jovens em Madri, Espanha – 03/05/2003)

“Jovens de todos os continentes, não tenhais medo de ser os santos do novo milênio!”
(Mensagem por ocasião da XV JMJ – 29/06/1999)

          E com esse convite de São João Paulo II encerro, lembrando que todos os dias Deus nos chama a uma vida santa e nos dá exemplos dos quais podemos nos espelhar e buscar inspiração, que os santos que dedicaram sua vida ao amor de nosso Pai e a leva-lo as outras pessoas, serão sempre nossos “amigos do céu”, dispostos a interceder a Deus por nós e nossa juventude. Que sejamos uma juventude santa, e possamos no meio da sociedade em que vivemos tão sem sabor e escura, ser sal e luz!

          Que Deus nos abençoe e santifique nossa juventude! Shalom!

bruna lais

          Bruna Laís Velho Daros – Paróquia Imaculada Conceição/ Igrejinha

 

 

LITURGIA

missa liturgia

Somos chamados à Santidade

          Nesse mês a liturgia da Igreja inicia suas celebrações com a festa de todos os santos. Esses se santificaram seguindo a Jesus Cristo, o
Senhor e Rei do Universo e da História, dentro das suas condições humanas de sobrevivência. Cada santo, homem ou mulher, criança ou adulto, pobre ou rico, negro, branco ou de qualquer raça e etnia, se destacaram para a Igreja e para a sociedade através de um assumir sua condição humana, em meio a dificuldades e limitações que encontraram na sua coragem e determinação uma realidade concreta de superação e vitória sobre o pecado.

          Trata-se de uma determinação que favorece a pessoa humana de saltar do abstrato para o concreto, tornando Jesus Cristo seu caminho, verdade e vida, como o próprio mestre se declarou para a humanidade no intuito de ser a direção a ser seguida para a salvação em todos os lugares, culturas e tempos, e é por isso que podemos entender que nos santificamos em Cristo, quando nos conformamos a Ele, e como tal assumimos nossa Cruz e o seguimos.

          Assim, Jesus Cristo, o Senhor da história se torna um caminho histórico para todos os nossos chamados `a santidade, de modo a podemos fazer Dele nossa marca existencial, como empenho-resposta de anteciparmos a realidade escatológica, de desejarmos antecipar o paraíso celeste, como nossa resposta de busca de santidade que pretende transformar a sociedade e o mundo como um todo, ou seja, construindo um paraíso terrestre. Esta é a missão de santificar a existência, como um sinal de vida nova, aliás esta é a missão da ação da Igreja agindo no mundo in persona Christi.

          No dia seguinte, a liturgia reserva aos defuntos a memória celebrada que visa mostrar não só o destino natural biológico de todo ser humano, mas sobretudo ressaltar que a morte foi vencida pela vida, ou seja, que a Ressurreição de Cristo abriu a todos as portas da ressurreição. Essa realidade teológica nos enche de esperanças para não só aliviarmos as dores das saudades daqueles que amamos e que já partiram de nosso convívio, como também nos incluirmos no convívio eterno com nosso Criador, que nos destina a eternidade como o lugar da realização da felicidade plena.

          Mesmo sendo um dia em que nossa sensibilidade, de um modo coletivo assimila uma tristeza por conta das nossas razões psicológicas em lidarmos com a separação e perda, a certeza da eternidade e da acolhia por Deus, transforma a celebração dos defuntos em celebração da esperança e da alegria ao nos reconfirmar que Cristo nos abriu com sua Ressurreição a possibilidade de também ressuscitarmos com Ele, recordando-nos que todos os viventes um dia, de acordo com o desejo do Criador, a Ele se juntarão.

          Enfim, o mês de novembro termina com a celebração da solenidade Daquele que coroa toda a vida da liturgia, o princípio e o fim da nossa razão de celebrarmos a glória de Deus: Jesus Cristo o Rei do Universo. Esta solenidade marca o fim de um ano litúrgico e ao mesmo tempo abre um novo ano para a liturgia, reconhecendo em Jesus Cristo a centralidade da vida litúrgica e da história humana. E assim, marcamos com o início de um novo ano litúrgico a cristocentralidade do nosso celebrar, a partir das próprias colocações do mestre que nos afirma: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, o princípio e fim de todas as coisas”.

 

PRÉ

A Busca da Santidade

           A Bíblia nos ensina a ter um coração voltado para Deus. Quanto mais nos dedicarmos a Deus, menos felizes vamos ficar com o pecado. Ler a Bíblia nos ensina o que é bom e agradável para Deus, nos mostra como viver de maneira Santa e aplicar o ensino no nosso dia a dia.
Ser santo não é ser perfeito. Se fôssemos perfeitos, não era preciso buscar a santidade, pois já seríamos santos de fato.

          Primeiro passo para sermos santos é identificarmos as nossas imperfeições, ter consciência de que nunca seremos perfeitos.

          Segundo passo para o caminho da santidade é fazermos, de cada novo dia, uma oportunidade de recomeçar. É mais fácil maquiarmos o erro do que olharmos no espelho de nossa alma e reconhecermos o seu verdadeiro rosto.

          Terceiro passo é buscarmos a santidade no cotidiano da nossa vida, sermos fiéis ao Plano de Vida. Seremos santos à medida que a santidade não for um peso ou uma imposição, mas sim um estilo de vida.

          “ Mas, como é Santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto está escrito : Sede santos, porque eu sou santo “. (I Pedro 1, 15-16)

 

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