Setembro mês da Bíblia

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CARTA PASTORAL


A rápida sucessão dos dias que compõem o calendário civil e litúrgico,
já nos trouxe até o mês de setembro, mês da chegada da primavera e
o mês da Bíblia.

Todos já somos bem cientes da importância da Bíblia para a Igreja enquanto corpo de Cristo e para a Liturgia da Igreja. A celebração da Bíblia neste mês de setembro quer ser uma forma de incentivo para valorização da Bíblia na vida dos membros deste corpo de Cristo, da Igreja. Nós na individualidade precisamos despertar para a valorização da Bíblia no dia a dia.

Enquanto nos propomos ser líderes e formar líderes(Curso de Liderança Juvenil), não podemos nos contentar com um conhecimento raso, superficial da Bíblia; não podemos tampouco nos contentar em conhecer algumas frases soltas do Novo Testamento para postar nas redes sociais, como fazem os ignorantes e os fundamentalistas.

Saber que a Bíblia é composta por 73 livros, que são 46 no Antigo Testamento e 27 no Novo, que no Novo têm 4 evangelhos, é muito elementar, é conhecimento de catequese da primeira eucaristia.

Nós líderes precisamos conhecer o conteúdo, a origem, o contexto e o
propósito de cada livro da Bíblia. Precisamos conhecer a história dos patriarcas: Abraão, Isaac, Jacó, José precisam ser nossos conhecidos que nos inspiram em nossa vivência de fé.

Sem conhecer a mediação de Moisés na libertação da escravidão no Egito, nunca entenderemos bem a missão libertadora de Jesus, não poderemos compreender a Páscoa.

A História do grande rei Davi, tão pecador, mas tão contrito e temente a Deus deve nos servir de alento diante da consciência de nossas fraquezas, deve nos fazer compreender o jeito de Deus de nos amar sem mérito algum de nossa parte. Davi nos ensina que Deus nos ama apesar de nós, ou como repete no seu lema o Papa Francisco:

Miserando atqu eeligendo”: com misericórdia Ele me escolheu.

Enfim meus queridos jovens, lanço este desafio de conhecer a Bíblia.

Para conhecer não serve fazer um cursinho on line do padre Paulo Ricardo. Preciso eu mesmo ler a Bíblia. Pelo menos uma vez na vida preciso ter lido a Bíblia inteira, de ponta a ponta, senão, como ouso fazer formação sobre o que não conheço.

Não é tão difícil, exige sim disciplina e constância. Ler uma hora por dia.

Menos face, insta e whats, mais leitura e oração. É inadmissível jovens que leram as Crônicas de Nárnia ou o Senhor dos Anéis querendo comparar seus personagens fictícios com aqueles da Bíblia sem nunca terem lido de fato a Bíblia. Isso é ingenuidade ou presunção mas não espiritualidade cristã.

Então meus caros jovens, se querem ainda mais uma motivação para
ler a Bíblia, deixo a advertência de São Jerônimo: “ignorar a Escritura é
ignorar a Cristo.”



MONTAGEM


A importância da Bíblia em nossa vida

Por que você lê a Bíblia? Aliás, você lê a Bíblia?

Para nós, católicos, é muito fácil falar sobre a Bíblia, afinal, tudo que está escrito lá foi inspiração do Espírito Santo e ela é como um manual da nossa vida. Nela consta tudo que devemos fazer para ter uma vida mais próspera e feliz ao lado do nosso verdadeiro amor, Jesus Cristo.

No entanto, como todo bom manual, muitas vezes ela não é usado da forma como deveria ser.

Se para um católico verdadeiro já é difícil ler o manual da vida, já imaginou como é para aqueles que se dizem ser católicos, mas mal vão a Santa Missa?

E é por isso que você precisa mudar, precisa ver a grandiosidade que tem essa grande biblioteca para poder mostrar para os outros a importância dela na vida de cada um, que muito mais do que decoração da estante, ela serve para dar sentido a nossa vida, pois ali o homem se vê exposto à sua verdadeira condição diante de Deus.

Muito mais do que histórias e filosofia, ela muda a vida das pessoas.

Como exemplo disso, temos a vida de Santo Agostinho, que além de receber muitas orações de sua mãe para sua conversão, ao ler uma passagem da Bíblia se arrependeu diante de Deus.

A Bíblia é importante para que possamos compreender, temer, respeitar e amar a Deus sobre todas as coisas, para que assim como na nossa casa a gente tem algumas orientações para que as coisas não virem bagunça, assim também com a nossa fé, nela temos orientações de como seguir uma vida mais fácil com Cristo, para que saibamos enfrentar as dificuldades que surgirão pelo caminho. Ela é a nossa biblioteca da vida, feita para escolhermos a história que quisermos para colocar em prática na nossa vida.



PRÉ


Como ler a Bíblia

Sabemos que a leitura das Sagradas Escrituras, é algo essencial para a vida espiritual de todo cristão católico. Afinal, são elas uma das três bases que norteiam a nossa fé, juntamente com o Magistério e a Tradição da Santa Igreja.

Precisamos reconhecer a Bíblia Sagrada como uma grande carta do Amor de Deus para conosco, e entender que a mesma não dever ser lida de qualquer forma, como qualquer outro livro, mas sim entendo que as Sagradas Escrituras são a palavra viva de Deus.

Nem sempre conseguimos ler e compreender de fato e com clareza, aquilo que Ele quer nos dizer. Por essa “complexidade” pertencente às Sagradas Escrituras, muitas vezes podemos vir a começar a leitura de maneira aleatória, fazendo com que a voz de Deus não seja ouvida por nossos corações, com que Deus possa fazer morada em nós; e consequentemente acabamos desanimando e desistindo. No entanto, a Santa Igreja Católica como mãe e responsável por encabeçar e conduzir seus filhos por meio dos ensinamentos de Cristo, aparece para nós como uma luz no fim do túnel da ignorância e desespero humano, e nos oferece a “Lectio Divina”.

Tá bom Amanda, mas o que é que tem a ver a leitura correta da Bíblia, com essa tal de Lectio Divina? Pois então meus queridos, aí é que está o pulo do gato, a Lectio Divina ou Leitura Orante é o método tradicional da Palavra de Deus que a Santa Igreja nos fornece.

Sendo um método de leitura, meditação, oração e contemplação, uma vez que Deus nos fala através das Escrituras.

Para praticar a Lectio Divina precisamos entender os degraus pelos quais ela é constituída, sendo:

1º Degrau: Lectio (Leitura) – Leitura de um pequeno trecho das Sagras
Escrituras, entendendo que é Deus quem está falando comigo primeiro.

2º Degrau: Meditatio (Meditação) – Meditar, deixar que a palavra lida penetre no mais profundo de nós, e buscar entender onde se aplica em nossas vidas, em nós mesmos.

3º Degrau: Oratio (Oração) – Voltar a minha palavra para com Deus, responder a Deus após Ouvi-lo.

4º Degrau: Contemplatio (Contemplação) – Permanecer em silêncio e na presença de Deus. Por fim, podemos finalizar nosso momento de Lectio Divina pedindo a permanência do Senhor em nosso coração, a intercessão de todos os anjos e Santos do Senhor.

“Quando rezamos falamos com Deus, quando lemos é Deus que nos
fala.” – São Jerônimo.

Para que possam tirar maiores dúvidas sobre o assunto e também virem a Praticar a Lectio Divina, estou disponibilizando links para . Abraço fraterno, Amanda Postal da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, Canela.



VOCACIONAL


Quem escreveu a Bíblia?

Nós católicos conhecemos os quatros evangelistas que escreveram o novo testamento e alguns dos profetas que escreveram o antigo testamento e até os que serviram de instrumento de Deus para salvar o povo dele.

Vemos, assim, que os livros da Bíblia foram escritos por homens movidos pela ação direta de Deus, de forma a prevenir erros, fazendo que aceitemos Deus como autor principal e o homem como autor secundário. O homem é instrumento de Deus e é movido e dirigido por Ele, sabendo disso temos que tomar cuidado para não confundir inspiração com revelação de Deus: a revelação ocorre quando Deus mostra ou descobre ao homem verdades de fé; a inspiração, como vimos, é o ato de Deus mover o homem a escrever verdades de fé, assistindo e preservando seus escritos do erro. O fato de Deus ter inspirado homens, não significa, contudo, que tenha anulado a inteligência e a liberdade do ser humano.

Quase todas as Bíblias atuais e modernas trazem logo na primeira folha as três linguagens que foram usadas para compô-la: o hebraico, o aramaico e o grego. O hebraico foi usado para a redação de quase todo o Antigo Testamento; o aramaico (língua falada na Palestina na época de Jesus) foi usado para alguns pequenos trechos do Antigo Testamento e, segundo alguns estudiosos, para o original do Evangelho de Mateus; o grego comum (koiné), por fim, foi utilizado para escrever alguns poucos livros do Antigo Testamento e para todo o Novo Testamento.”

Garante – nos o Catecismo da Igreja e o Concilio Vaticano II que: “Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados” (DV 8; CIC, 120).

Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia.

Santo Agostinho dizia: “Eu acreditaria no Evangelho, se a isso não me
levasse a autoridade da Igreja Católica”



PÓS


Divisão da Bíblia

Como participantes do CLJ e, principalmente, inseridos na Igreja Católica, é nosso dever termos em casa uma Bíblia. Claro que não apenas ter uma, mas, também, é nosso dever abrir ela e olhar o que tem dentro, pelo menos uma vez por semana! Brincadeirinhas à parte, a Bíblia é um instrumento importantíssimo da nossa fé. Vamos aprender um pouquinho mais sobre ela?

A Bíblia foi inspirada por Deus, mas escrita por muitas pessoas diferentes em períodos diferentes também. Aos poucos os livros começaram a ser escritos e a Bíblia foi sendo formada. Por conta de ser um conjunto de escritos com diversos autores ela não possui uma ordem cronológica.

Além disso, os idiomas em que esses textos tinham sido escritos não eram os mesmos.

Ela é dividida em Antigo e Novo Testamento. O Antigo Testamento vai nos contar tudo o que aconteceu antes da vinda de Jesus, desde a criação da terra, junto com alguns outros livros. Neste período é estabelecida a primeira aliança de Deus com o povo através de Abraão. Essa aliança é perpetuada em toda a sua descendência, nos mostrando também, a história do povo de Israel e a promessa da vinda do Messias. O Antigo Testamento contém 46 livros.

Os 5 primeiros livros do Antigo Testamento constituem um conjunto chamado de Pentateuco, são eles os livros do Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. A seguir temos os livros históricos, que são os livros de Josué, Juízes, Rute, Samuel, Reis, Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, e Macabeus. Terminamos o Antigo Testamento com o conjunto dos livros sapienciais, que contém os livros de Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico, e o conjunto dos profetas, contendo os livros de Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

Já o Novo Testamento contém 27 livros, e nestes é estabelecida uma nova e eterna aliança na pessoa de Jesus Cristo. Os primeiros quatro livros são chamados de Evangelhos e relatam a vida de Jesus, são eles o Evangelho de Mateus, Marcos, Lucas e João. Em seguida, temos o livro dos Atos dos Apóstolos que retrata a vida dos primeiros cristãos após a Paixão e Ascensão de Jesus aos Céus. Logo após temos as Cartas Apostólicas, direcionadas às primeiras igrejas espalhadas pelo mundo, e finalizamos o Novo Testamento com o livro do Apocalipse, uma revelação sobre o fim dos tempos.

Essas são apenas algumas informações sobre o conteúdo imenso que é a Bíblia. Todos podemos começar a conhecer ela melhor se nos dedicarmos à sua leitura e pesquisa. No site do Padre Paulo Ricardo tem vídeos de riquíssimo conteúdo e qualidade sobre esse assunto, assim como no canal do Padre Leonardo e no canal do Santa Carona.

Pronto! Agora sabendo onde procurar podemos aprofundar nosso conhecimento sobre e também fazer sua leitura! Não sabe por onde iniciar? Segue aí uma sugestão!!

Até a próxima!




LITURGIA


Como utilizar a Bíblia para rezar

As Sagradas Escrituras são um dos pilares da fé católica. Ela é a palavra viva e eficaz de Deus. É de suma importância não somente o estudo, mas também a oração a partir dela, para criarmos cada vez mais intimidade com Deus e ouvir d’Ele, sob a luz das Sagradas Escrituras, qual é a sua vontade para as nossas vidas, de forma que como diz São Jerônimo, “ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo”.

A Lectio Divina, ou leitura orante é uma antiga tradição, muito propícia e recomendada pela Igreja para este diálogo íntimo com Deus. É um exercício de escuta pessoal composta, como uma escada, por quatro degraus espirituais: Leitura, Meditação, Oração e Contemplação.

Para dar início a esta prática, reserve um horário para a isso e comece pelos Evangelhos. Em um primeiro momento, através da leitura, calma e atenta, deve-se perscrutar o texto buscando entendê-lo profundamente, aos personagens, o cenário, as ações, as falas. Em seguida devemos nos perguntar, através da meditação, em que esta leitura nos diz, e através da oração, o que ela nos faz dizer a Deus. Por fim, somos levados ao encontro de Deus por meio da contemplação, não pelo esforço, mas pela ação d’Ele.

Para te ajudar melhor a praticar a lectio divina preparamos um passo a passo que ajudará a conduzir esse momento:

Como utilizar a Bíblia para rezar

1- LEITURA: O que fala o texto? É necessário estar atento aos detalhes:
o ambiente, o desenrolar dos acontecimentos, os personagens do texto, quais são os diálogos, a reação das pessoas; procurando perceber os seus sentimentos, as questões mais interessantes, as palavras e trechos que chamam mais atenção. Esse passo é o que exige maior esforço da nossa parte.

2- MEDITAÇÃO: O que diz o texto de forma pessoal para mim? Este é o momento de se colocar diante da palavra. É hora de “ruminar”, saborear a palavra de Deus; na meditação vamos questionando, confrontando a passagem com a nossa vida, por meio do Espírito Santo.

3- ORAÇÃO: O que o texto me faz responder ao Senhor? A oração nasce como fruto da meditação, os sentimentos nos levam a dar uma resposta a Deus. Através do Espírito Santo, nos é suscitado o louvor, a súplica, a oração penitencial, a oferta.

4- CONTEMPLAÇÃO: O que a palavra faz em mim? É o próprio Deus que age em nossas vidas. É permitir a ação de Deus que recebe a nossa oração e nos leva ao seu coração, na contemplação nós somos impelidos a ser como Cristo.

Portanto devemos estar abertos à ação do Divino Espírito Santo, que nos chama, acolhe, sustenta e transforma por meio da oração. Mais do que isso, devemos nos confiar a Ele em todo momento, para fazer da nossa vida, oração.

Shalom.


LIGAÇÃO


Religião do Livro

Um dos pilares do catolicismo, as Sagradas Escrituras, recebe um mês específico em nossa religião para voltarmos nosso olhar para ele. Nós, católicos, temos o costume de olharmos, lermos, meditarmos sobre o Novo Testamento, mas já se perguntou o porquê disso? Em algum momento em sua caminhada de fé, já ouviu alguém falar que “a palavra de Deus é a bíblia”? E sobre isso, já se questionou?

A Igreja sempre venerou as sagradas escrituras, pois, assim como a tradição traz para nós a nossa fé, as escrituras, trazem para nós os relatos ocorridos. O que nos cabe avaliar e pensar é o que nos ensina o catecismo no parágrafo 108:

“No entanto, a fé cristã não é uma «religião do Livro». O Cristianismo é a religião da «Palavra» de Deus, «não duma palavra escrita e muda, mas do Verbo encarnado e vivo» (78). Para que não sejam letra morta, é preciso que Cristo, Palavra eterna do Deus vivo, pelo Espírito Santo, nos abra o espírito à inteligência das Escrituras (79).”

Não somos uma religião pautada em histórias de um livro, como vemos nos contos de fadas, com histórias que nos levam a ter sentimentos, ou, como nos livros de ficção, que nos comovem, mas quando os fechamos nada mais nos segue a não ser as memórias.

Não temos fé em palavras escritas e vazias que enchem páginas e geram sentimentos, mas a nossa fé e esperança está no Verbo de Deus que é o próprio Cristo, a palavra de Deus não é a Bíblia, ela está na Bíblia, isto nos difere de outros cristãos que creem apenas no que está nela escrito. Para que nós, católicos, não sejamos levados pela crença de que as sagradas escrituras são como estes livros mortos, não geram sentido, não nos dão vontade de mudar, não nos santificam e não movem a nossa vontade de juntar-nos à vontade de Deus, precisamos ter a certeza de que a palavra em si é Jesus Cristo, nosso Deus salvador.

Muito importante também é estarmos atentos ao que sempre falamos sobre a oração ser um diálogo com Deus, quando falamos com alguém, nós escutamos ou vemos o que nos respondem, com Deus, para nós, esta resposta é mais suave, assim como uma brisa que, por vezes, podemos não sentir passar ou podemos não perceber sua presença. Por isso, é necessária a consciência de que precisamos da ação da pessoa de Deus Espírito Santo, para que possamos ouvir o que Deus quer nos dizer como no próprio parágrafo do catecismo anteriormente citado. Precisamos pedir para que o Espírito Santo abra nossa inteligência para as sagradas escrituras, pois, assim, quando estivermos esperando esta resposta de Deus que vem para nós em nossas orações através das sagradas escrituras e do próprio Verbo de Deus vivo possamos sentir esta suave brisa e possamos perceber que Deus está a falar conosco.

Que nós tenhamos sempre nosso coração voltado a este Verbo que habitou entre nós para que em todos os dias mais nos apaixonemos pelas sagradas escrituras, pelo que Deus nos quis revelar através dela e para que com esta atenção e dedicação possamos nos entregar aos planos de Deus e, no final de nossas vidas, alcançarmos o eterno céu com Ele.



FOLCLORE


Maneiras de cantar, recitar Salmos

Nas diversas maneiras de salmodiar, leve-se em conta, sempre, o caráter musical dos salmos. Estes, como ensina a Instrução da Liturgia das Horas, “não são leituras nem orações compostas em prosa; são poemas de louvor” Diversas, pois, são as maneiras de salmodiar: a forma direta, a responsorial, a antifonal, a coral e a interiorizada.

Forma Direta: É aquela em que não se intercala antífona (resposta).


Responsorial: Esta forma é de origem judaica, com a resposta da assembleia, como se usa sempre na missa. O salmista canta ou recita, no início, a antífona, com a qual o povo responde, na mesma tonalidade. Depois, o salmista prossegue cantando ou recitando as estrofes, intercaladas com a antífona, aqui repetida somente pela assembleia.

Antifonal ou alternada: Já esta forma é de origem monástica. Consiste na inserção, entre as estrofes, de uma antífona, em dois coros.

Coral: Consiste esta modalidade em cantar ou recitar o salmo, alternadamente, pelo coro, em duas partes: uma de pé, e outra assentada, alternando-se também a postura corporal.

Interiorizada: Esta maneira de salmodiar é um costume antigo. Favorece a dimensão contemplativa do salmo. Durante a execução da salmodia, costuma-se ficar assentados, e, depois do salmo, todos se ajoelham, ou prostram-se por terra, invocando cada um dos participantes por si mesmo a misericórdia divina, no mais profundo silêncio.

IMPORTANTE!

Nas diversas formas indicadas – diga-se – é preciso atender ao gênero literário do salmo, ou seja, suas qualidades literárias e históricas, como também sua musicalidade. Na liturgia, propõe-se que o salmo seja sempre cantado. Na impossibilidade do canto, seja então recitado, dada a sua qualidade poética, e não simplesmente lido, como tantas vezes acontece. As antífonas e os títulos servem para favorecer a tonalidade peculiar e a hermenêutica tipológica e festiva dos salmos.

Dicas de sites/app:
Pocket Terço (APP);
Bíblia Católica Online;
www.portaldamusicacatolica.com.br ;
Google Católico;



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